DivulgaçãoPor Indira Lopes
A história de que a prática do sexo no período do carnaval aumenta é tema de estudo da Universidade Federal Fluminense e ainda causa muitas controvérsias. Entenda essa relação.
A pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) com base nos registros das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no setor de atendimento público coloca em dúvida a relação entre carnaval e aumento de sexo e questiona o investimento do Ministério Público nas campanhas decorrentes em todo o período da folia.
De acordo com o trabalho, não há aumento de casos de DSTs no período posterior à festa — o que mostraria que a folia não influencia no comportamento das pessoas. Também não houve crescimento de gravidez não-planejada — os pesquisadores analisaram números de partos e abortos. E ainda, segundo a médica Wilma Nancy Campos Arze, autora do trabalho, não há indicativo de que as pessoas façam mais sexo nesse período. A campanha não é eficiente porque não há redução no número de pacientes no período após o carnaval.
Em contrapartida, a pesquisa foi contestada pelo chefe da Unidade de DST do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde, Valdir Pinto, que afirma que o estudo foi feito pelo ambulatório de uma universidade, que funciona num bairro de Niterói (Grande Rio). Não se pode inferir que o resultado valha para todo o Brasil.
A pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) com base nos registros das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no setor de atendimento público coloca em dúvida a relação entre carnaval e aumento de sexo e questiona o investimento do Ministério Público nas campanhas decorrentes em todo o período da folia.
De acordo com o trabalho, não há aumento de casos de DSTs no período posterior à festa — o que mostraria que a folia não influencia no comportamento das pessoas. Também não houve crescimento de gravidez não-planejada — os pesquisadores analisaram números de partos e abortos. E ainda, segundo a médica Wilma Nancy Campos Arze, autora do trabalho, não há indicativo de que as pessoas façam mais sexo nesse período. A campanha não é eficiente porque não há redução no número de pacientes no período após o carnaval.
Em contrapartida, a pesquisa foi contestada pelo chefe da Unidade de DST do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde, Valdir Pinto, que afirma que o estudo foi feito pelo ambulatório de uma universidade, que funciona num bairro de Niterói (Grande Rio). Não se pode inferir que o resultado valha para todo o Brasil.
A combinação orgia e carnaval:
Embora a pesquisa ainda cause muita repercussão, vale a pena lembrar que o carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e fartura na mesa que enfim, deixam os 7 pecados capitais a mercê de quem comemora e é mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997)
Ainda segundo a Enciclopédia, a festa pagã é o que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus romano do vinho e da orgia, na Grécia. Havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, com o nome de Dionísio. Na mitologia grega era o deus do vinho e das orgias.
O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186 dC. Já o Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Nessa data, os jogos também faziam parte desse festival.
Um assunto questionável:
Depois da explicação ficou mais evidente o porquê da associação entre sexo e carnaval. E atualmente, a mídia em geral tem comerciais um tanto sugestivos para a data.
Que o intuito é estimular os possíveis prazeres vindo dessa comemoração é incontestavél! Agora fechar os olhos e não saber se cuidar vem da precaução de cada um. Sexo seguro, boa alimentação e controle com bebidas alcoólicas e drogas são os ingredientes perfeitos para a receita fundamental de como fazer um carnaval saudável com ou sem orgias.
Embora a pesquisa ainda cause muita repercussão, vale a pena lembrar que o carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e fartura na mesa que enfim, deixam os 7 pecados capitais a mercê de quem comemora e é mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997)
Ainda segundo a Enciclopédia, a festa pagã é o que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus romano do vinho e da orgia, na Grécia. Havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, com o nome de Dionísio. Na mitologia grega era o deus do vinho e das orgias.
O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186 dC. Já o Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Nessa data, os jogos também faziam parte desse festival.
Um assunto questionável:
Depois da explicação ficou mais evidente o porquê da associação entre sexo e carnaval. E atualmente, a mídia em geral tem comerciais um tanto sugestivos para a data.
Que o intuito é estimular os possíveis prazeres vindo dessa comemoração é incontestavél! Agora fechar os olhos e não saber se cuidar vem da precaução de cada um. Sexo seguro, boa alimentação e controle com bebidas alcoólicas e drogas são os ingredientes perfeitos para a receita fundamental de como fazer um carnaval saudável com ou sem orgias.
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